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é... passa.
Boa noite.
E, como foi dito em um sábio comentário... Isso passa. E não é que passou?
Hoje, foi o primeiro dia de aula. Apliquei trote. E to com preguiça de narrar o que aconteceu. O final foi uma pessoa caída no chão. E a descoberta que a PM tem serventia. Depois q o kra desapareceu... - Até agora eu ano sei onde o kra foi parar. Talvez ele tenha sido abduzido! Mas acho q ele foi parar na casa do.. do.... Putz, como é o nome? Bom, ele foi pra lá.- Ah, a PM chegou perguntando se ano tinha ninguém caído no chão. Um detalhe: A faculdade é em frente do Primeiro QG do Estado. E o bar devia estar há uns 200m desse QG.
Eu olhando os futuros “mestres de obras” todos bêbados, pensei: Putz. È esse o perfil de nossos universitários? Um monte de bêbado falando e fazendo merda em publico? Oh mon Die. (escrevo assim?)
Quem sabe amanha nao estarei mais inspirado.
Escrito por Ðårkness`Ångel às 23h57
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nota.
Telhado de um mercado cai. Arquiteto é processado. Um parque aquatico, cujo telhado foi também projetado pelo meliante, caiu em 2002.
Conclusão óbvia: Ele nao sabe projetar telhados.
Escrito por Ðårkness`Ångel às 03h04
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Fossa...
Ou latência... depende do angulo. Nao há estimulos para subir. Imagino que pesno demais para viver aqui. Toda a técnica não adianta de nada. QUe lugar é esse que emprego é privilégio?
Penso em escrever, dissertar... nada. qualquer coisa que eu imagine, já a fizeram. Pensar cansa. Especular sobre a vida cansa. Ver tv cansa.
Quero comentar sobre politica. Minha opinião é vaga. Quero falar sobre algo da midia. Sinto-me desinformado.
É necessário saber nada de tudo. E eu que sei nada de pouco? como fico? Parece que aqui, aqueles que tem valor são os que sabem nada de tudo (os comandantes) e os que nao sabem nada de nada (os faxineiiros). Já, os medianos, sao excluídos. Esses imaginam demais. Sabem demais para serem faxineiros, mas nao têm experiencia para atender em um balcão ou digitar um texto.
Ou se é bom, ou não se presta. Se for mediano, está fora.
A insegurança persegue... Até onde as capacidades são verdade? Por que me sinto tão inútil?
É, tenho necessidade de desabafar... Curso uma faculdade publica e me sinto inútil. Paradoxo?
Sinto culpa.
Escrito por Ðårkness`Ångel às 03h01
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Redoma?
Péssima hora para escrever algo. Tomei coragem... Nao sei se terminarei isso.
Redoma, qual será o fim?
Creio que esse seria um bom titulo. Historias que sempre crio, resolvi transcreve-las.
[Fragmento 1]
E estava cansado.
Sentindo-se em uma redoma, sempre se perguntava: como vim parar aqui?
Interrompe seus pensamentos e entra, como sempre, encenando. E lembrando sobre a arquitetura da casa.
“Um dos patronos Hadwagen. Karl, o primeiro deles. Maestria na arquitetura. É, junto dele, foi-se uma biblioteca...” Interrompido por Stephan, começa a peça:
- Sr. Deseja Algo?
- A Renata se encontra?
- Não senhor.
- Ok. Me leva um cappuccino na biblioteca.
- Senhor.
E retornam os pensamentos: “Adoro isso. Genialidade total no projeto! Uma árvore no Páteo Interno, centralizado. Vãos simétricos. Três metros à direita, seis ao meio, três à esquerda. Luminosidade perfeita. Escada à direita. Mezanino à esquerda. Adoro essa visão. Oito metros até o páteo. Um e meio de vão e um e meio de mezanino. Avançam seis metros. O fato de poder observar dos dois próximos pavimentos a rés é demais. Posso entregar-me a uma sensação bucólica de ‘dono do mundo’. É, agora esta é minha casa. Devo ou não me culpar por essa herança?”.
Ao entrar, tem sempre o mesmo pensamento: “Isto é meu!” Mas, agora, Karl prefere evadir-se na biblioteca. Sobe os dois andares que o separam da biblioteca degrau a degrau, vagarosamente. Seria isso um signo ou ritual diário constatando a posse?
“Posse, posse! Tenho eu posse de que mesmo? Nada conquistado. Dezoito anos no ralo. Tudo é um emaranhado de contatos e Conveniências. Até quando serei conveniente? Milhares de livros. Autores de vários séculos. Todos na tentativa de compartilhar algo. Conquista de prestígio? Há a analogia de que, no inicio do século passado, ter livros editados era como, atualmente, ser cliente prime dos bancos. São milhares de livros... De que me adianta possuí-los? Poderia ter-lhes lido sem possuir-lhes. Eu os li e os possuo. Isso dá-me o status de possuí-los duplamente? Por que a posse? Ainda ficarei catatônico por isso.”
Acomodou-se em um divã. Olhando pela janela, era possível ver a copa da árvore do páteo. Ao olhar tudo em sua volta, Karl foi tomado por uma imensa vontade de chorar. Mas quem o entenderia?
- Senhor, seu café. Seu pai está ao telefone, passo?
- Obrigado. Sim. – balbuciou engolindo as lágrimas.
- Pai?
- Oi! O Grust dará uma festa hoje.
- ?Dónde?
- No apartamento dele. Você não quer passar aqui para irmos juntos?
- No way. Não tenho cabeça... Beijo! – Termina Karl cinicamente, desligando antes de seu pai poder fazer alguma objeção.
Escrito por Ðårkness`Ångel às 02h51
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Vida cotidiana...
Vida cotidiana:
FACULDADE >>> Estudo em uma faculdade publica, das melhores de Tecnologia do Brasil. A FATEC-SP. Estadual, um tanto sucateada a menos de 200m de um metrô. Curso Tecnologia em Edifícios. O curso consiste no conhecimento científico aplicado da engenharia. Quando me formar (se me formar) poderei seguir a carreira brilhante de mestre-de-obras. Ou então continuar os estudos em arquitetura ou engenharia. Apesar de estar em uma faculdade pública, eu não a valorizo. Penso que passei com uma nota muito baixa e não deveria ter sido aprovado. Curso, basicamente, engenharia, mas nunca gostei de matemática.
PREDILEÇOES>>> Hoje encontrei minha melhor amiga. Acabamos indo até um Shopping. Constatei, mais uma vez, meu gosto, digamos, apurado... porém meu bolso não condiz com meu gosto.
MENTES>>> Tenho a oportunidade de ter contato com vários tipos de mentes. Quando me comparo a algumas, sinto-me um lixo. Porém, ao me comparar com outras... Existem pessoas que não entendem que um planejamento de obra seja possível. – Meu Deus!- A pessoa quer que o planejamento seja feito sem sobrar nenhum material – nenhum mesmo, nem um grão de areia – e também quer que não falte nada. Isso é, digamos, impossível. Trabalha-se dentro de uma margem de erro. Se alguém que estiver lendo isso, conseguir me provar que é possível fazer uma obra sem sobrar nenhuma pecinha, nada. Me diz como. Eu não tenho conhecimento de obra – ao menos de pequeno porte - que não tenha faltado nem sobrado nada. Por mais que seja feito um bom projeto, tem-se a margem de erro. Se nada se extraviar, imagino que alguma coisa sobre. Mas a pessoa queria que não sobrasse nada. Se essa for a mentalidade média do brasileiro.... – sem comentários. Detalhe: a pessoa não estava disposta nem a tentar entender.
CLASSIFICAÇÕES>>> Desde domingo estou pensando em um critério para classificar meu grau de interação com as pessoas. Não tive muito fôlego para esboçar isso. A classificação
1 é quando falo por educação – um “oi” para alguém que estuda comigo. 1b puxa-se assunto vago, como as condições do tempo, o transito, talvez perguntar o que apessoa faz da vida.
2 é quando eu pergunto como a pessoa realmente está, mostrando uma consideração mínima. Na 2b já é possível trocar telefones. Mas, normalmente, nenhuma das duas partes liga.
3 já é possível fazer uma análise psicológica simples (nossa, pessoa sem sal) ou demonstrar algum ponto de vista fútil. 3b é quando houve a troca de telefones e as pessoas se ligam. 3c eu encararia como as relações que tenho com minha lista do messenger. (converso um pouco, exponho opiniões.) Porém não é uma coisa casual... (apesar que tem pessoas no messenger que consigo o Nível 5 sem ao menos ter visto pessoalmente). Posso resumir o 3 como intimidade superficial.
4 é a intimidade fingida dentro da família. Não posso mostrar o que realmente sou. 4b é quando consigo o nível 3 com familiares. 5 intimidade real. Análises complicadas de pontos de vista, respeito mutuo de opiniões. 5b Consigo realmente mostrar muitos dos meus defeitos... Ligar e pedir as coisas... Falar mal de familiares do amigo. 5c é o nível da terapia. Intimidade técnica. Consigo me despir mentalmente... mas por saber que a pessoa tem formação técnica. 5d é a que eu consigo comigo mesmo... (o que eu posto no blog é cerca de 30% disso)
Escrito por Ðårkness`Ångel às 04h34
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Blogs 1
Faz um tempo que eu não posto. Estou meio sem paciência para escrever. Não tenho me mantido muito bem informado... e estou meio inibido por escrever apenas coisas pessoais. A mente pode ser tão vasta e eu só consigo pensar em mim. Existem tantos blogs legais que não são nada pessoais. Minha paciência e poder de concentração encontram-se esgotados.
Um blog que gosto muito é o de uma garota que posta alguns poemas. O titulo do blog é Flyer. E o segundo blog dela me interessa mais, o Pandora.doc. Narra a historia de uma garota que perdeu a mãe e vive com o pai escritor. Lendo essa historia, lembrei de tudo que imagino, mas não concretizo escrevendo. – Talvez por insegurança de passar alguma informação muito errada.
[ http://www.flyferjc.weblogger.terra.com.br/index.htm ]
Mais um do topo de minha lista é do Roberto Eifler. Narra a história de David, no fim de nosso século. O titulo do blog é “A História”. Acho interessante essa indefinição. Esse blog já tem mais de 60 fragmentos da historia. No momento, foi inserido um núcleo de travecos decadentes, como ponte para alguma parte do desfecho da história... Outra parte da historia que julguei muito interessante – mais ou menos no capitulo 40, não tenho certeza- foi quando apareceu um velhinho colecionador de carros. Achei interessante pensar em um Celta conservado como relíquia. – E dito como carro de luxo...
[ http://robertoeifler.zip.net ]
O Dicionário de Marcas, que é escrito por um rapaz de Brasília (o Eduardo Nicholas) é muito bom também. Até o momento ele postou sobre as principais marcas de nosso dia-a-dia... São muitas: carros, higiene pessoal, ferramentas, alimentos, lanchonetes. Ele deve ter um trabalho e tanto pesquisando as marcas. Acho que está no ar desde novembro – postando uma marca por dia. [ http://dicionariodasmarcas.zip.net ]
Cartas a Théo é muito significativo. Ela (não me lembro o porque, se o autor deixou transparecer em algum pronome ou pelas iniciais, ou pelo estilo... Imagino que seja escrito por uma mulher). Os últimos posts falam sobre a inspiração de um artista. Foi por ele que fiquei sabendo da morte do Ademir Martins. [ http://cartasatheo.zip.net ]
Não posso deixar de citar o Dudu Oliva e seus dois blogs. Esse pra mim é uma incógnita. Adoro o estilo dele. Os blogs dele são dinâmicos – em um tem entrevistas. No outro são duas pessoas trocando cartas. Que eu intitulei (sem previa autorização) os personagens de a Chata e o Doido incompetente. Me identifiquei muito com ele. Tenta dar o melhor de si, porém não é muito reconhecido. Obs. Não cheguei a ler o blog todo... pode haver alguma informação, digamos, distorcida. Mas são as minhas impressões sobre esse site. [ http://dudu.oliva.blog.uol.com.br ]
A coisa mais peculiar é que eu posto sobre blogs que são conhecidos por aqueles que visitam o meu... Tenho quase certeza que a maioria desses blogs eu peguei a partir do espaço do Roberto Eifler... Mas não posso deixar de mostrar meu reconhecimento a esses blogueiros.
Certa vez, ao divulgar meu blog e escrever o endereço errado, recebi um e-mail pedindo o endereço certo. O e-mail jamais foi respondido. Porém eu visito o blog dessa pessoa. O sr. Rubo Jünger. Gosto muito do que ele posta.
Escrito por Ðårkness`Ångel às 03h42
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Blogs..
E ao falar dos blogs e blogueiros sou remetido a uma frase de um heterônimo de Fernando pessoa, Álvaro de Campos:
“Que sei eu do que serei, eu que não sei o que sou?
Ser o que penso? Mas penso ser tanta coisa!
E há tantos que pensam ser a mesma coisa que não pode haver tantos!”
No mundo dos blogs... uma das formas mais dinâmicas de compartilhar pensamentos nessa merda magnífica que é o mundo pós moderno, foi possível constatar a citação acima. E, pelo fato de haver tantos, quem vos escreve se perde. Sentindo-se imobilizado pela existência de tantos.
Eu que não sei o que sou, posso ser tudo,
Sendo tudo, perco-me, transformando-me em um nada.
Um grão de areia flutuando, sem rumo, no universo.
Escrito por Ðårkness`Ångel às 03h41
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By the way
I stay alive...
Dudu, teu comentario foi animador!!! (ironico). Todavia, gosto muito do teu jeito de escrever... se quiser compartilhar alguma coisa me envia um email ou me add no messenger. (acho q é mais facil emails).
Obs. não visito blogs alheios desde 8/2
E, eu, continuo vivo. Sempre.
Midia global é interessante. Bendito sejam os satelites e a fibra-optica (é com hifem mesmo?).
Ainda me sinto manipulado pela midia.... e a proposito: Eu gosto de ser obrigado a mexer no computador, de, um dia, vir a entender de vinhos, de azeite, de perfumes e de saber o que acontece no mundo. Mas isso dá um trabalho.
A vida é uma surpresa! Alguem que imaginei nao me ligar novamente me ligou. Como isso acabará?
Voltando 'a midia global: Meu, não imaginava que as cronicas, OOps. CHARGES, sobre Maomé dariam tanta confusão. Tudo para os muçulmanos é motivo de estardalhaço. Olhe até onde chega a manipulação... Temos de tomar cuidado... Penso que tudo deve ter um limite, a fé, inclusive.
Escrito por Ðårkness`Ångel às 18h40
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Tô cansado (de não fazer nada), tô um pouco triste, sinto-me manipulado pela midia...
Parace que estou a beira de enlouquecer.....
E não há mais nada....
As sensaçoes estão distorcidas.'
Escrito por Ðårkness`Ångel às 00h46
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TARTARUGA NO POSTE..
Essa mensagem não é minha... porém, achei uma metáfora interessante, publicada por Dandan em http://www.flogao.com.br/dandanxx/

Um rapaz passava por uma praça pública quando resolveu dar uma esfriada na cabeça e sentou-se em um banco, ao lado de um senhor já idoso. Puxando assunto sobre a vida, começaram a conversar sobre o país, o governo e, fatalmente, sobre o Lula. E o velhinho disse:
- Bom, o senhor sabe, o Lula é uma tartaruga num poste. Sem saber o que o velho quis dizer, ele perguntou o que era uma "tartaruga num poste"...???? A resposta foi: - É quando o senhor vai indo por uma estradinha e vê um poste, desses de cerca de arame farpado, com uma tartaruga em cima dele. Isto é uma tartaruga num poste!!! Diante do ar de interrogação na cara do rapaz, o velho explicou: - Primeiro, você não entende como ela chegou lá; segundo, você não acredita que ela esteja lá; terceiro, você sabe que ela não subiu lá sozinha; quarto, você sabe que ela não deveria e nem poderia estar lá; quinto, você sabe que ela não vai conseguir fazer absolutamente nada enquanto estiver lá. Então tudo o que temos a fazer é ajudá-la a descer de lá.
Sábias palavras a serem lembradas em 2006...
Escrito por Ðårkness`Ångel às 23h36
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Sinto-me triste. Sinto-me inútil. Penso que meus que meus 11 anos de escola e mais um curso técnico nao vale de nada. Sinto-me mal por conseguir apenas falar sobre mim num blog. Porra, um blog nao é apenas para isso. Sinto-me mal por estar um pouco desatualizado das noticias e nao ter folego. Sinto-me mal por nao ter disposição para nada. Sinto-me triste. Sinto-me com poucas esperanças. Sinto que nao tenho funçao aqui. Estou desesperado como nunca. Na ocasião de morte da minha mãe, penso que nao tinha maturidade suficiente para entender as coisas... nakela época eu nao estava tão desesperado. acho que nao tinha ideia do que significava. Hoje, consigo sentir e tenho ideia do que é estar sem prespectiva. Sinto-me desesperado. Há um grito sufocado em minha garganta. Algo preso, doído. E está me sufocando a cada dia que passa. E não tenho coragem de pedir ajuda... nao acredito que as pessoas... em sua disposição para ajudar... isso nunca fez parte de minha vida. Poucas as pessoas que me ajudaram de coração. mas, fora os familiares... quase nenhum amigo... A realidade dói. Viciado sem heroína/ emoçoes dirtorcidas/ e vc nao pode parar minha dor/ liçoes aprendidas. E as liçoes estao sendo devidamente aprendidas? Careço de afeto. Me sufoco em meu orgulho. Sou só. Sou um inutil.
Escrito por Ðårkness`Ångel às 22h21
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Efebo? Je sois...
A noite passada foi ótima. (ponto) Foi demais!!! (muitas exclamações) Ele é um anjo. (ponto) Eu sou louco. (ponto). - Essa brincadeirinha dos pontos, eu defini andando pela Av. Paulista. Pensei como sendo uma maneira interessante de enfatizar as frases. Isso me remeteu a uma brincadeira que fazíamos quando estávamos na 7ª série do fundamental, quando líamos o texto como se o ditássemos.
Na segunda estive com a Marcela e comentei que o homem que havia indo embora do país no dia 13/01 estava de volta no dia 30/01. Ela disse que isso não era um homem, era um torpedo. E não é que ela estava com razão! O kra realmente é um torpedo – em muitos sentidos.
Não sei se ele entrará em contato novamente, logo, deixarei a vida dar essa resposta. Falando em vida, descobri o que quero da vida e, mais uma vez, foi frisado que terei de lutar muito para isso. Preciso vencer a inércia. E já está mais que na hora de eu tomar coragem e dar a cara a bater. – Quando sei que a coisa é boa eu dou a cara a bater... mas pra procurar um emprego eu não o faço. Preciso vencer meus medos, mas sei que isso é um processo gradual.
Estou meio grogue e pensei: Vida, vida, vasta vida. Ai se eu me chamasse Serafina. Seria apenas uma rima... - criativa, não? (risos)
Não sei de muita coisa sobre a vida, porém, mais uma vez, ela se mostrou surpreendente. Preciso ter calma.
Após a noite ótima, tentei ver a Marcela. Fui até onde ela trabalha (ela me deu a referencia e eu fui na portaria perguntar se era lá. Realmente era.). Quem disse que consegui falar com a Peste? Antes de ir ao emprego dela tentei o celular, nada. Chegando lá o interfone estava quebrado e eu não quis subir para não correr risco de causar problemas. Daí, fiquei perambulando um pouco pela região da Paulista. Após isso, fui ver o Pedro. (Nossa, estou me achando tão fútil. Vazio) Descobri que ele trocou de celular... e disse que dormi fora. Ele se preocupou um pouco. Depois... Saí de lá e encontrei a Teresinha.
Começaram as partes tragicômicas do dia. Ainda no carro, ela desabafa um pouco. Chegamos na loja para ver ofurô. (hum, normal) Aí eu pergunto se em um determinado tamanho de ofurô cabem dois. A vendedora diz que sim, que “Dá até para namorar”, de maneira a jogar indiretas. Aí, foi levantada a questão: será que ela pensa que vou morar com a Tê? (uma mulher com mais de 45 anos). E acho que a mulher que vendeu pisos também pensou isso. Quando conversamos sobre isso, eu e ela rimos muito. E não é que é puro preconceito relacionamentos entre pessoas com idades diferentes?
Eu nunca havia parado para pensar sobre isso, mas das pessoas com quem tive algum envolvimento, preferi as mais velhas. Muitas vezes gosto da companhia de pessoas mais velhas. E na cama, as duas mais velhas foram as melhores. Mais carinhosas. São pessoas com quem é possível eu me deixar ser conduzido, o que já não acontece com pessoas de minha idade. É, nada como a pratica (galinhar?) para levar à perfeição.
Escrevi como um demente, e tenho a sensação de não ter dito nada... Acho q foi exatamente isso. Não escrevi nada que tenha alguma serventia. Sei lá... Não estou a vontade com esse texto.
Obs: aprendi como se diz britadeira em alemão: presslufthammer [présluftramêr]. Não sei para que usarei isso. É como Je bu eau! [gé bu ô]. Eu bebi água. Quando me sensinaram essa frase, eu fiquei me divertindo durante 15 minutos. E aprendi também Je sois magnifique. – Depois de enjoarem de me ouvir dizendo Je bu eau, me ensinaram isso.
Ah, aprendi também como se diz barbicha em francês. “barbiche”. E gorjeta em español: propina.
To me divertindo com as palavras. Procurando efebo, para saber a grafia, vi também efélide. A efélide! Todos nós temos alguma efélide em nosso corpo! Aposto que vc tb tem. Ao menos para mim, as palavras são divertidas...
Escrito por Ðårkness`Ångel às 11h35
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