 |
|
|
Enquete:
O que é pior:
ser brankelo, quase morto, um look gótico ou estar com a aparencia desbotada? Tipo cor de pano-de-chão.
Se eu conseguir um numero minimo de respostas, dou minha opinião...
Escrito por Ðårkness`Ångel às 23h06
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
About saturday
É, como sempre digo: a vida é dinâmica e se renova.
O sábado é iniciado com o cancelamento de uma atividade para fazer outra. Não levantei no horário, logo, não efetuei nenhuma das atividades. A tarde começa bem. Entro na net e um determinado amigo está online. Pena que estava adoentado...
Não com muita vontade de sair de casa mas por já estar aagendado vou encontrar um amigo no Bocage. Marcado às oito e meia, atrasei dez minutos. Imaginei que estaria em casa até meia-noite: O lugar está chato, entediante, não há mais nada que me atraia para lá.
Encontro um das antigas! – oba! Eles estão vivos!!!- Dois, três. Quatro!!! E um conhecido da ETESP, o Gabriel. Durante bastante tempo ficamos eu, o Erick e o Gabriel conversando. Juntou-se também o Renato, um outro Gabriel e um terceiro que não me lembro do nome.
Perto da meia-noite parte do grupo vai embora, sobramos eu e o Renato. Após acompanhar parte do grupo até o metrô, voltamos ao boca. Nos juntamos a Luciana e ao Mike. Por alguns momentos estivemos em um empasse de entrar ou não em uma balada que distribuía VIP’s. Achamos que não daria tempo de pegar os vips e vamos embora. Decidimos por ficar em frente ao Gormet, na Al. Franca. O grupo acaba se separando novamente: Mike e eu ficamos no Gormet e o Renato retorna ao Bocage.
Joguei bastante conversa fora com o Mike. Akela enrolação básica. Acabei por descobrir que temos visões de vida parecidas. Papo vai, papo vem... Um segurança da casa que estava ofertando VIP’s pergunta se não gostaríamos de entrar. Entramos. Juntamo-nos a uma amiga dele, a Luciana. Cheguei até a dançar funk... foi divertido... as vezes é bom descontrair. Quase ao fim da noite me separo do grupo para ficar com um indivíduo.
*Ele beija bem. Acabei dando meu numero de telefone (estava na ponta da língua o 2712, mas decidi dar o certo 2715, não custa pagar pra ver o que acontece...). Não vi mais ninguém do grupo e não tenho o contato de ninguém (simpático). Decidi me deslocar para o Gormet envés do Bocage. Eu e o Gabriel combinamos de escrever um conto de fadas Gay.
Enquanto efetuava meu deslocamento até o lar, pude ver o nascer do sol. Foi lindo ver o leste claro e o oeste escuro! Fazia muito tempo que eu nao ficava com marcas pelo corpo.... Putz... nem reparei no pescoço...
E hoje constatei, mais uma vez, o incrível poder de me irritar possuído por meu irmão. Meu tio está de viagem... 1 semaninha fora. Quase brigo com meu pai ao telefone. Falei muito no telefone hoje. E agora termino o final se semana aqui... Pensando em determinada pessoa... mas eu presumo ter acabado... ao menos foi bom. Penso isso de maneira melancólica e não triste. Apesar que quero saber que fim a vida dará nisso...
Escrito por Ðårkness`Ångel às 23h00
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Imagem!

Escrito por Ðårkness`Ångel às 16h31
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Link
Da Folha Online
"Acima da imagem haverá a palavra 'Liberdade'. A campanha 'um prazer a mais' foi desenvolvida pela agência emigê para a marca Afair, da DKT do Brasil.
Em São Paulo, serão 20 outdoors, que vão estar em ruas como Augusta (nº 100), Brigadeiro Galvão (22), Clodomiro Amazonas (506), Martins Fontes (379), além das avenidas Indianópolis (1.221), Rebouças (257) com dr. Arnaldo, perto da Paulista.
A campanha foi desenvolvida para atingir o público homossexual. Segundo a agência emigê, uma pesquisa com ONGs ligadas à comunidade gay descobriu que o público espera ver peças publicitárias mostrando o relacionamento homossexual 'de forma aberta e sem estereótipos'
'A pesquisa indicou o caminho que deveríamos adotar na campanha. As peças que a agência desenvolveu foram criadas a partir da expectativa deste público', diz André Gonçalves, diretor executivo da emigê.
A campanha também vai anunciar em revistas especializadas como a 'G Magazine' e 'Iguais', além de postais que serão distribuídos nos circuitos gay paulistano e carioca."
completo em: [ http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u58488.shtml ]
Escrito por Ðårkness`Ångel às 16h29
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Outdoor...

A polemica imagem!!!
Escrito por Ðårkness`Ångel às 16h20
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Parte I, meu dia!
Hoje é terça. Estamos no meio da quaresma. Onde não se deve comer carne.
Como poderia, eu, narrar o dia de hoje?
Como sempre, custo a me levantar da cama. Resolvo dormir uns 10 minutos a mais e durmo uns 50. Logo, estava atrasado. Fui pra aula de cálculo que começava as nove e vinte, perdendo a aula de física das sete e meia. Assisti à aula e constatei estar com a mente mais aberta para o estudo nesse semestre. É, creio que o homem é mais mente que corpo, mas, como dependo do corpo aqui neste mundo, tento cuidar dos dois. – Ao menos a mente é bem tratada no momento. Antes e depois dessa aula conversei com um ingressante, já que assisto aula com eles, chamava-se Ivan. Trocamos palavras perfeitamente sociais antes e após a aula.
Ao termino dessa aula fui para outro prédio esperar algumas pessoas de outra turma que saíam da aula de física. Chegando lá, conversei com dois amigos que haviam fugido da aula. Fiquei enrolando por ali até a hora de almoçar.
Indo ao banheiro, li um texto interessante. Igualmente vulgar e pedindo sexo, como muitos outros, porém, chamando minha atenção por parecer elaborado. Ei-lo:
“Oi.
Meu nome é I, curso PD noturno e sou gay. – sério?! E?
Gostaria de sentir o ferro dos alunos de mecânica no meio da minha bunda, – pensava em omitir este trecho – lubrificar com a boca o tripé dos garotos de pavimentação e conhecer o tamanho do canudo dos alunos de projetos.
Mandem resposta”
E os alunos de edifícios, meu caro? Somos inferiores e tu não queres ver nossa estaca?
Mostrei esse texto para umas 5 pessoas. Umas gostaram, outras não. Todos reconheceram seu ínfimo valor como texto bastante elaborado para se escrever no banheiro. – normalmente só se encontra quero comer ou/e dar ou/e chupar. – Ah, e havia uma resposta de um aluno de cada curso. Tentarei descobrir quem é o individuo. Apesar de algumas convicções, acho q dessa vez vale a pena responder. É, o texto dele chamou mesmo minha atenção.
Ao ir almoçar, encontro minha “prima” no campus a espera de seu namorado. Arrastei-a até o refeitório da faculdade. Nem sei porque fiz isso, mas...
Hoje encontrei também minha ex-professora de desenho, o corvo e a Marcela. Estávamos eu e a Marcela e encontramos um amigo dela. Foi o dia dos encontros. Corvo, Marcela e o amigo encontrei-os apenas a tarde. Ah, também conheci o namorado da Marcela. No coments.
Penso escrever demais, porém, sou razoável. Dan Browm leva 500 páginas para narrar algumas horas...
Penso muita coisa, mas não é tudo que consigo passar ao papel. Bem que eu gostaria, mas, ao escrever sinto um pouco de vergonha ao tentar passar alguns pensamentos. Eles deveriam ser passados na hora em que estão em tona, pois, logo em seguida, eles submergem e se perdem.
Definitivamente moro na faculdade.
É estranho. Preciso de pagina apenas para contar meu dia. No momento em que começo a esboçar meus pensamentos, acho que já me alonguei demais. Isso é causado pelo fato de eu não ter muita paciência para ler blogs longos. Logo, julgo que os outros também não a tem. E, convenhamos: não sou nada dinâmico ao postar.
Escrito por Ðårkness`Ångel às 23h44
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Continuaçao.
(limite de caracteres)
Mesmo sem sair dos arredores da faculdade, é possível ver muita coisa legal. O decadente que contrasta com a grande elegância de outrora. Ruas largas e sem saída aos fundos. Pode-se ver um viaduto da linha férrea no fim dessa rua. A beleza desses locais está em aparentes paradoxos: a construção antiga, as árvores, um boteco sujíssimo. Do outro lado da rua um café moderno, mas com referencias a uma elegância de outrora. Em algum lugar por perto lojas de golfe, um flat, um outro café só que de rede, óticas excelentes. Comentei com meu pai sobre as lojas de golfe e não encontrava motivo para elas estarem ali. Descobri que há um mini campo de golfe perto. Tudo isso pode ser explicado pelas lojas de roupas que estão no lugar. Os Judeus foram “expulsos” do bairro pelos coreanos. Um dia vi um carro com placa azul. “CC”. Consulado Coréia? Ah, os coreanos tem uns carros caros e também empregam (escravizam?) bolivianos. Boa coisa não deve ser. Mas, graças ao dinheiro deles, de uns 2 anos para cá o bairro vem evoluindo.
Retomo meu gosto por São Paulo. Tão paradoxal. Tão linda. E, como anuncio publicitário dos 450 anos de Sampa: Existem várias São Paulo. Essa é a minha. HSBC...
Penso sobre muitas coisas. No entanto especulo muito sobre a cidade nesses últimos dias. Logo logo passa. Hei de achar coisas mais interessantes para criar especulações.
Caramba. Expresso-me em demasia. Isso tem nome: carência!!! È só eu achar um indivíduo desatento que me dê atenção. Palavras deviam encontrar-se reprimidas em meu interior e, agora, afloram. E com elas muitas necessidades!!!
Escrito por Ðårkness`Ångel às 23h43
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Parte II, pensamentos...
Facilmente dispersados.
Venho constatando um tremendo carinho por minha cidade. Ultimamente venho encontrando muita beleza nela. Isso eu encaro como um signo que diz: “É, Kadú. Finalmente tu se abres à vida. Ou caminha para isso”.
É uma pena eu não ter uma câmera fotográfica em mãos o tempo todo. Faz falta.
Um arruamento cortando o maior complexo hospitalar da América Latina pode ser extremamente bonito. Pode-se ver os fundos do primeiro prédio do Hospital das Clínicas – que, segundo a Marcela, parece um “carniceiro”. Referencia feita a arquitetura hospitalar do inicio do século XX.- os prédios construídos ao longo dos anos e o ultimo prédio ainda em construção. Esse arruamento passa entre as duas partes do Complexo, separando-o em duas partes principais. È arborizado, calmo. Soa tão civilizado. Eu só o associaria a más lembranças se houvesse vivido algo ruim no HC. – não é meu caso- Sob esse arruamento há um estacionamento. Essa Rua sai da Rua Teodoro Sampaio e termina junto a um viaduto sobre a Av. Rebouças. Atravessando esse viaduto e caminhando uns 50 metros à esquerda chego ao “Bar du Bocage”.
Chegando ao Bocage, sou remetido a inúmeras lembranças vivenciadas ali. A mais recente foi no domingo 5 de março. Chegando ali, me senti um estranho no ninho. Como o publico dali mudou! Oh mon Dieu! (é isso. Sei dizer e não escrever). E comentando com a Marcela sobre o fato, chegamos a conclusão: Antes era um pré-balada, uma coisa bem casa. Ocorria mais quando o bar era em uma esquina, ao mudar de lugar, perdeu-se esse clima. Agora ali parece mais uma “porta de balada”. Perdeu a graça. E agora tem só emos e muitos decadentes como eu. Muitas vezes ao chegar no Bocage lembro da musica: “Posso falar da tarde que cai/ De como a cidade mudou” De como a cidade mudou!!! E continua´ra mudando!!! Sempre.
Também, apenas agora, consigo ver beleza em algumas ruas adjacentes à minha faculdade. Algumas ainda são arborizadas e têm prédios dos anos 50, 60 e 70. São ruas que também me passam um clima civilizado. Principalmente se eu for até a outra parte do bairro, onde meu pai trabalha. A rua é larga, arborizada, tranqüila e há um grande prédio do início do século passado. Meu pai trabalha nele. Encontra-se em reforma. É época de eleição. Até a Fatec está em reforma. E, daqui a um tempo, quando ficar pronto e eu for visitar, poderei dizer com um certo orgulho que o prédio conservou sua fachada original graças ao meu pai. Iriam colocar textura na fachada. Os engenheiros perguntaram qual meu pai preferia.
- Nenhuma.
- Não, mas como?
- Um prédio em estilo italiano (Neoclássico) com textura?
- É mesmo.
E, graças a esse pequeno diálogo no qual, aparentemente, o chefe de manutenção contradisse os engenheiros, a fachada do prédio foi salva. Viva Papai!!! É, ele não tem estudo, mas tem grande senso estético! Infelizmente, ele precisou parar de morar comigo para eu reconhecer o grande homem que ele é.
Escrito por Ðårkness`Ångel às 23h42
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Olha a chuva!!!
Sempre, quase todas as tardes, entre outubro e abril cai a famosa chuva de verão. alaga tudo e serve apenas para eu me molhar!!!! Exemplo é agora: estou com a parte inferior do jeans molhada, em um ambiente climatizado. Moral/; to com frio!!!
Ah, to me preparando para "morar" na universidade!!! ficar lá das 7:30 as 17:00hs. Minha casa tah na mochila!
Escrito por Ðårkness`Ångel às 17h01
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Domingo
Sobre o final de semana.
Sábado, como vem ocorrendo nas ultimas semanas, comprometido. E o domingo também.
Nesse final de semana, acabei tendo o domingo livre. Moral: Fiquei entediádíssimo. Deram-me uma carona até o viaduto Paraíso. Fui andar na Av. Paulista! Curtir a solidão.
Sentado, como um trouxa, em um café. Fumando e escrevendo. Estava me sentindo a escrito de “Sex and the City”! – Decadência. (em um tom cantado e irônico) Fez bem! Quando enjoei saí e continuei a caminhar pela Av. Paulista. Destino final: “Bar du Bocage”.
Ao chegar, fiquei alguns estantes com uma sensação de estapafúrdia! Não há mais ninguém conhecido e o publico do lugar mudou totalmente. Fiquei com reticências mentais. (Hã, hã, hã?!? Haaã?). Daí sentei numa calçada resolvi fumar e puxar papo com quem estava do lado. Isso demorou um tempinho.
A pessoa q estava ao meu lado começou a desabafar sobre a relação que tinha terminado a um mês. – parecia uma lésbica- E falou do namorado a razão dele tê-lo deixado. E muitas coisas mais. Cheguei a pensar em psicologia barata de boteco. Putz. Psicologia barata de bar gay. Ou seria uma cantada? Era original... Mas não me convencia. Por azar desse kra, olhei parta a rua e pensei ter visto umas costas conhecidas passando. Soou um alarme mental. O estômago respondeu – ele se fecha quando apresento ansiedade- Daí falei para o kra com quem conversava q pensei ver alguém conhecido e que entraria no Bocage. O Kra falou que precisava ir ao banheiro. Ele foi pro banheiro e eu pro terraço do estabelecimento.
E akele traseiro não era mesmo conhecido? Ah, claro, ele estava com uma camiseta que eu já havia visto. E eu calculei mentalmente quantas pessoas poderiam estar com uma camiseta igual. Cheguei a menos que dez.
No instante que olhei akelas costas pensei: Nossa, kra gostoso. Tem os ombros largos. Será que eu fiquei mesmo com ele? Será q é mesmo ele?
Ao vê-lo perguntei se esperava por alguém. Pareceu feliz em me ver. Em determinado momento disse que eu tava com um “brilho”. – Ué, minha pele está tão oleosa assim? Eu deveria ter feito mascara.- Daí disse que as coisas se renovam. E que também havia ficado feliz em vê-lo. Resolução: dormi fora no domingo. No quarto 1313... E na segunda, nenhuma das opções que haviam me contentavam para o café. No primeiro estabelecimento não tinha café. No segundo, nada me agradou. Ele ficou no Shopping e eu fui para minha rede predileta de cafés. (são os Mc’ Donalds de adulto.)
Após tomar meu café da manhã fui lindo e gostoso “passear” pela faculdade. Cheguei lá no final das aulas. Mas consegui acertar meu horário.
Escrito por Ðårkness`Ångel às 00h17
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Dia de terça...
Os próximos parágrafos são a parte chata do texto, na qual disserto sobre o cotidiano e conto meu dia. Talvez a parte interessante esteja acima. Todavia, sei que sou meio cansativo... e tudo pode parecer chato.
Aqui estou de volta. E agora, tenho estou novamente com PC em casa.
É interessante a dinâmica da vida. Tudo se renova. Inclusive eu.
Começar com aquelas coisas bem clássicas. (como quando eu tinha 8 anos):
Que-ri-do di-a-rio,
Ho-je meu dia foi muito divertido. Eu fui pra es-cola, vi meu tio e fui no shoping.
Lá no shopping eu tomei um milqui xake. E também comprei um istabilizador.
Voltando aos dezoito, onze meses e 5 dias.
Hoje, ao despertar – ouvindo CBN- descobri que havia greve de ônibus. Logo, enrolei para sair e perdi a primeira aula. Saí de casa depois das 8:30. Deveria entrar as 07:30 ou as 09:20. Entrei 09:40.
Assisti a aula de Cálculo. Descobri que meu poder de concentração está melhor. Ao termino dessa aula mas, antes da aula das disciplinas que “puxei” a tarde, resolvi visitar meu tio. Em um percurso de uns 6km de ônibus demorei quase uma hora. Fiquei cerca de 40 min apenas esperando os ônibus. Saí de lá correndo e fui pra aula.
A Maíra ficou feliz em me ver nessa aula da tarde. E decidimos que assistiremos as aulas de alemão do curso de secretariado. Também concluímos que é uma pena nosso horário não bater com o horário do francês.
Hum, paramos para eu comer um dog na Pça. Cel. Fernandes Prestes. Meu, tem marketing até nas barracas de hot-dog! Havia uma garota, da barraca concorrente bem em frente da barraca na qual como habitualmente. Isso é tosco!!! Mas o “Dog da Tia” é imbatível. – tem bacon.
E, eu fico besta –e louco- com o transito da cidade. Teve chuva de verão, o transito parou... Quando desci do ônibus, decidi ir para um Shopping próximo esperar a chuva passar. Tomei outro ônibus para o shopping. Antes de eu chegar lá a chuva pára. Quando decidi voltar para casa fiquei 1 hora esperando pelo ônibus e mais 1 hora no transito. – normalmente tudo leva uma hora.
Ah, e eu vi um casalsinho alternativo muito bonito.
Escrito por Ðårkness`Ångel às 00h15
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
 |
| [ ver mensagens anteriores ] |
|
 |


|
 |