Existência ou Inexistência? Eis a questão!


Desocupado

 

É, desocupado. No fim da madrugada em sem nada de mais interessante para fazer – já que o livro de física não é aberto há meses e o de calculo há ano....-
bom, daí eu fico postando igual a um louco e tb visitando blogs... mas meu poder de concentração continua baixo....



Escrito por Ðårkness`Ångel às 04h43
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obs:

Como são Paulo está no fuso GMT – 3, logo, GMT + 1 ou + 2 Significa uma diferença de 4 ou 5 horas. Como considero horário de dormir meia noite...

Escrito por Ðårkness`Ångel às 04h01
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Esclarecimentos na insônia!

No momento, peno uma insônia ou inversão de horários... Deveria estar dormindo há algum tempo. Mas, respeito o fuso do leste europeu (GMT + 1 ou + 2).

Hoje, dei uma saidinha com o Erick, meu amigo para espairecer um pouco. Perdi a rodada de pizza ocasionada pela ocasião de aniversário do meu irmão mais velho. Não me dou muito bem com ele e como já havia combinado um  horário, saí antes da pizza chegar.

Quando encontrei o Erick resolvi jantar e depois fomos ao bar do Bocage. Encontramo0s alguns conhecidos. Vi uma garota e tentei descobrir de onde a conhecia. Em vão: moramos em regiões diferentes e temos rotinas diferentes.

Voltei para minha casa por volta da meia noite. Algum tempo se passou e descobri que continuo no fuso do leste europeu. Perambulei pela casa, pela internet... Lembrando das palavras de um locutor de rádio, resolvi ocupar a madrugada lendo. O livro mais próximo do meu ângulo de visão foi um evangelho segundo o espiritismo (Kardec). Li-o um pouco e encontrei uma explicação que procuro há algum tempo. São explicações um pouco empíricas, mas lógicas. Descobri de onde posso conhecer a garota: de antes. Isso também se aplica a um rapaz q conheci há uma semana. E ao Léo, q chamo de Flavio.

Essa passagem que li também esclareceu porque tive de deixar de ter alguns laços familiares para depois criar laço afetivo com akele ente. Minha justificativa anterior era q eu tinha que desfazer o familiar pra criar o de amizade. Agora, interpreto esse fato dos laços de forma diferente: tive de desfazer o laço possivelmente carmático para criar um laço de afetividade. Bendita seja a insônia!
Atualmente tenho pensado no respeito que devo ter por mim mesmo. Antes eu me machucava em detrimento dos outros, agora não, preciso primeiro me respeitar e, por conseqüência, respeitar o outro. – como disse a garota que conheci hoje: é complexo.



Escrito por Ðårkness`Ångel às 03h59
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Estou vivo....

Não sou Fenix... logo, continuei vivo.

Não há muito o que postar... Fui a algumas baladas... eskeci como é ser "caçado"... A semana foi "pausada" no sabado apos eu ver uma poça de sangue bem perto de um bar que frequento... Sangue coagulado é esteticamente interessante...
A semana terminou mesmo com eu dando piti na Tunnel... e com um grande saldo negativo.

Continuo o mesmo... lotado de traumas....
E há semans nao apareço na faculdade...

It´s this.

kisses for everyone



Escrito por Ðårkness`Ångel às 22h02
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Resposta> Acho q o pior é ter cor de pano de chão e não ser brankelo...

 

ENQUETE 2:

 

Você acha difícil ser você mesmo? (tente olhar de dentro pra fora). Eua cho difícil ser o Kadú e a Akini acha difícil ser a Ankini... E a Marcela também acha difícil ser ela mesma... e vc?

 

Ah, obrigado a quem respondeu! ;-)



Escrito por Ðårkness`Ångel às 00h50
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Por estar vivo...

Há algum tempo eu não “martelo” aqui no Word para escrever algo. Estou tomando consciência que meus posts realmente são muito longos.... e que eu mesmo não os leria.

 

Não estou tendo nenhuma inspiração de coisa sutil ou algo assim...

 

Voltei a ter determinada sensação de incompetência e/ou inutilidade. Estou vagabundeando em demasia. Talvez eu tente mudar de curso universitário.

 

Meu niver foi interessante... Depois de três semanas, encontro a mesma galera de 19/03...

 

Fui n’O Gato – perto do gay caneca. É interessante.

 

Parece q voltei a estar cético em relação a vida.... e não tenho a Marcela disponível para debater... Me sinto sem apoios.... sou eu e só. É duro constatar isso.

 

Minha mãe faleceu em 1998 – eu tinha 10 anos – então passei a ser criado pelo pai do meu irmão (que não é meu pai biológico, o qual eu não sei onde está) e meu tio também ajudou em algumas coisas. Porém eu não tive realmente um suporte para muitas coisas... e apenas descobri a falta que elas me fizeram há pouco tempo... Com meu irmão me dou muito mal. Não há ninguém que tenha a obrigação de me agüentar... Sinto como se todos fizessem “caridade” comigo. Isso dói. É estranho eu constatar que na terapia eu pago por atenção. A idéia de pagar por atenção é tão peculiar. (É a mesma idéia de pagar por sexo)

 

Por que é tão difícil? Por que tantos traumas se instalaram?



Escrito por Ðårkness`Ångel às 00h46
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