Existência ou Inexistência? Eis a questão!


Carta de apresentação(?)

Prezados senhores:

 

Como um jovem iniciante, com 19 anos, anseio por uma vaga no mercado de trabalho. No entanto, devido à inexperiência, encontro grandes dificuldades. Sem experiência no mercado formal, mesmo com uma boa formação escolar e ingresso em faculdade pública, é difícil falar sobre habilidades pessoais, porém, é possível fazer uma equivalência com as experiências escolares e de voluntário.

 

Como principal conhecimento, posso citar minha destreza com informática básica – Windows/Word/Excel/PowerPoint/Internet/Outlook, adquiridos através de atividades escolares e trabalhos em caráter de free lancer – formatar uma tese de mestrado-. Como também boa digitação adquirida através de comunicadores pessoais.

 

Em trabalho no Terceiro Setor tive a oportunidade de, como voluntário, ajudar a organizar eventos beneficentes, como também tabulei pesquisas em MS Access. Mas, a principal experiência adquirida no Terceiro Setor foi aprender a lhe dar com a diversidade das pessoas. Tratar a pessoa em situação de rua e o mantenedor da ONG da mesma maneira.

 

Para meu pesar, minha vida “profissional” é resumida em atividades escolares: pesquisas dos mais variados temas; formatação de documentos; criação de apresentações em PowerPoint; redações conclusivas sobre os mais variados temas; barganha com os colegas – 20 anos mais velhos, na escola técnica - ao fazer um trabalho em grupo entre muitos outros.

 

Usando outras palavras poderia citar como habilidades o espírito de liderança, a facilidade de redigir cartas/ofícios, organização pessoal, facilidade e disposição para adquirir novos conhecimentos e adaptar-me a novas situações.

 

É oportuno ressaltar minha integral disponibilidade de tempo, inclusive em período noturno, bem como enfatizar meus agradecimentos pela atenção e pela oportunidade.

 

Atenciosamente,



Escrito por Ðårkness`Ångel às 03h43
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Há um tempo pretendo postar poemas (meus) no blog, porém, não conseguia escrever nada. Consultando meus “Arquivos Pessoais” encontrei alguns poemas de 2003/04 e postá-los-ei nos próximos dias. – Quem sabe lendo-os não surge alguma idéia?

 

 

LÁGRIMA

 

“A lágrima é limpa,

É doce,

É sublime.

 

Essa aparece,

Nos mais variados momentos...

Mas, por quê?

 

Por que?!?

É sem resposta...

Mas é doce e sublime.”

 

Every time I see you falling

I keep down my kness and pray

Waiting for a final moment

You say the words

That I can’t say”

 

(Bizarre Love Triangle, New Order 1987).

Escrito por Ðårkness`Ångel às 05h02
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Segiuindo, uma continuação redigida agora:

 

(...)

Mas, por quê?

Por exprimir um sentimento,

Seja sublime ou não,

Seja doce ou vil.

 

Por si, a lágrima sempre será doce!

E sublime!

 

Por que?

 

Por exprimir a melhor coisa:

Sentimentos.

 

Bons ou não...

 

O importante é sentir.

 

Carpe momentum,

Carpe diem,

Carpe vitae!



Escrito por Ðårkness`Ångel às 05h01
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Vazio.

Hoje o dia foi vazio.

 

Ouvi uma musica tão “eu” agora à noite: inédita do capital inicial...

 

Postarei um poeminha que não é de minha autoria.

 

Detalhes

 

Eu sou um menino diferente:

Eu não tenho namorada,

Eu guardo segredos.

Eu tenho amigos.

Eu quero poder,

Eu quero chorar.

 

Me ajude,

Sinta pena de mim.

Sou tão frágil e

E inocente, e puro.

 

Eu sou triste

Eu não gosto de mim

Eu gosto de picolé!

 

Chega!

 

O menino tolo não é mais menino!

Não tem namorado

Tem amigos

Quer mais não pode

Precisa chorar

 

...

 

Sou feliz!

Gosto de mim!

- e ainda gosto de picolé.

Escrito por Ðårkness`Ångel às 04h19
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Lágrimas.

Lágrimas... como há muito tempo não as tenho. Mas, não é a tristeza me consumindo, mas sim, a melancolia me invadindo. Misturada com uma sensação incrível de felicidade, de liberdade...

 

Não foi dito que era fácil viver e, em minha vida, muitas coisas não estão boas, mas, nesses momentos difíceis eu não estava sabendo para onde olhar... para o que olhar.

 

Nos últimos momentos difíceis, pude provar um pouco do sentimento de amizade sincera como, pude também, corresponder essa amizade. – algo que não acontecia antes.

 

Mais recentemente provei também um pouco da liberdade. A liberdade de respirar, a liberdade de falar como quero, a liberdade de fazer o que eu quero. –sendo errado ou não-  The trouble is: o único ambiente no qual não ainda não consigo agir sinceramente é o familiar. – lovely!

 

Me ensinaram a confiar – eu que não fui um bom aluno.

 

Nunca pensei que meia dúzia de frases ditas da maneira certa, mas na hora imprópria, pudessem surtir tanto efeito.

 

Não estou em um mero capricho emocional de super dimensionar os fatos! O que eles me fizeram sentir foi grande. Os fatos realmente foram efêmeros e já acabaram(?). Mas, o tufão causado por eles ainda não acabou. Qual o estrago que um tufão pode fazer? Quanto tempo duram as conseqüências causadas por um tufão? Quais serão as seqüelas que permanecerão? São elas positivas ou negativas? Infelizmente, será necessário resignação para obter as respostas. O imediatismo não leva a nada. – mas, ocasionalmente, pode causar um tufão! Se ele durará ou não...

 

Lembro de uma amiga narrando parte de sua transição para a idade adulta. Ela teve um sonho complexo envolvendo uma represa, árvores e a travessia de uma ponte. Acho que agora estou no meio da ponte.

 

Há oito meses eu não estava nem perto da ponte! Há três meses eu conseguia ver a ponte! Há um mês eu consegui pisar na ponte! Alguém atentado passou correndo, pegou minha mão e me fez adentrar um pouco na ponte. E, antes de se despedir – definitivamente ou não – disse: “Olha! É só caminhar!!!”

 

Parece que foi uma despedida, mas, novamente, apenas a aliança “tempo + resignação” poderá me dar respostas... Carpe diem! Não deixando que os sentimentos se misturem, vigiando para eles não sufocarem a lógica e nem sufocarem uns aos outros.



Escrito por Ðårkness`Ångel às 03h32
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Conclusão parcial:

Assim como o caldo, o café que estava em cima da mesa de minha cozinha também entornou.

 Agora saboreio um dos meus últimos cigarros enquanto tomo um chá de morango. Ouço uma musica que é ilustrativa: “I’m feeling this” , do Blink 182 e penso em “Quase sem querer”, do Legião Urbana. Olho duas peças de roupa que estão sujas. - E uma não me pertence.

Estou rindo por dentro: “em 20 minutos, tudo pode mudar” é o slogam de uma radio, mas, pode haver um tufão e em três horas tudo volta ao “normal”.... Só que tem um saldo e as conseqüências não foram totalmente sofridas

Carpe dean (assim que escreve?).

Ainda irei rir muito pensando sobre essa passagem de minha vida...

Escrito por Ðårkness`Ångel às 02h54
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Saldo final da semana:

 

2 AC (amizade colorida) - acho.

continuo com o PO (parceiro ocasional)

2 pessoas magoadas.

2 pessoas meio perdidas e que cometeram atos áeticos.



Escrito por Ðårkness`Ångel às 02h19
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Mais que uma semana....

Bem, eu não sei por onde começar. Em uma semana, tudo pode acontecer.

 

O período de avaliação será de 12 a 21 de maio de 2006. O saldo dessa semana é: entre mortos e feridos, estão todos bem. (não me refiro aos atentados do PCC).

 

Não me recordo bem o inicio da sexta não me lembro bem. Fui a terapia e tudo ok. A tarde, fui ao Bocage. Encontrei um ex-namorado de um amigo meu, o Louis. Encontrei também o Gustavo que estava com seu namorado. O caldo do Gustavo entornou. Eu e o Louis o consolamos. Terminei por ficar com o Louis.

 

Uma vez em casa, entrei no messenger. Acabei por teclar com alguém que estava na lista e que eu nunca teclava, o Grust. Teclei com o garoto a madrugada toda e, durante o papo, ele avisou que viria para São Paulo na sexta.

 

No domingo, panguei em casa, e encontrei o Louis à noite. De volta em casa, li classificados de empregos para procurar na segunda.

Segundona: o rádio desperta na CBN. Nota sobre greve de ônibus e atentados. Decidi não sair de casa. Comercio fechou. Parecia onze de setembro. Passei o dia todo ao telefone com o Louis.

 

Terça-feira: cidade começando a voltar ao normal. Não lembro o que fiz, mas sei que falei mais ao telefone com o Louis.

 

Quarta-feira: encontrei uma amiga pela manhã, vi meu tio. Comecei a combinar uma festa na sexta com o Louis e também combinamos que ele iria no trabalho voluntário comigo.

 

Quinta! O dia se resumiu ao trabalho voluntário. Encontrei o Louis. Foi aumentado o fogo do caldo da faculdade: meu tio teve ciência que não apareço mais no curso. (Postei sobre isso na própria quinta.). Ao fim do trabalho, acabei por encontrar bichas conhecidas e fui a um bar gay. Voltei e entrei no messenger.



Escrito por Ðårkness`Ångel às 02h15
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Continuação...

Sexta, o dia da “redenção”: O dia começaria em um encontro com o Grust às 11:00 horas, teria a terapia às 14:30 horas e terminaria eu indo para a casa do Louis as 16:30 horas para irmos à festa.

 

Chego no local combinado com Grust com apenas 5 minutos de atraso. Fomos a Av. Paulista e conversamos. A conversa estava ótima. Descubro a hora, já são duas. Não quis abandona-lo, logo, não me dirigi à terapia. O papo continuou ótimo. Também não encontrei o Louis, pois, cheguei uma hora atrasado. Continuei a conversar com o Grust. Descobri que o Grust havia acertado dormir na casa de alguém e a pessoa “deu pra trás”. Ele acabou por dormir aqui.

 

Sábado, finalmente! Durante o dia mantive algumas conversações telefônicas e acertei o programa da noite: Bocage e Virada Cultural.

Bocage: inúmeros conhecidos. O caldo começa a ferver. Próximo à meia noite o caldo ferve e entorna. A meia noite e meia o caldo é desligado.

 

Para voltar em casa tive de fazer duas caminhadas, que foram muito produtivas:

Primeira:

- Penso no caldo entornado. Penso sobre as conseqüências dos feitos do final de semana. Quase entro em crise.

 

Segunda:

-     Decido não entrar em crise;

-          Tomo consciência que sou senhor de mim e não posso me arrepender de meus atos, mas que terei de arcar com as conseqüências deles:

Decido que o maço de cigarros que tenho em meu bolso será o ultimo a ser fumado durante alguns meses (ou anos, ou por tempo indeterminado). Paro de fumar. Firmei um pacto comigo. – e também me alimentarei melhor. Irei voltar a me centrar.

ps: fatos narrados com superficialidade extrema. As coisas foram muito mais profundas, mas o post seria demasiadamente longo.



Escrito por Ðårkness`Ångel às 02h14
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enésimo processo interno ( I )...

Bom... bom.... bom.... (e eu não to falando da Alcione.)

Talvez houvesse bastante o que dizer, mas, entre os acontecimentos e agora, eu tomei uma bronca. Magoei uma pessoa e não gostei disso. Me senti mal, mas, pra ficar em paz comigo mesmo, eu tive de fazer isso.

 

Fora isso, está tudo muito bem. Estou tentando iniciar um relacionamento, consegui manter a assepsia da casa, estou mais em paz comigo.

 

Dói um pouco a sensação q estou tendo em pausar a Faculdade e ter consciência das possíveis conseqüências do feito. Essa é a segunda vez que largo um curso, mas, a diferença, é que agora tenho ciência das possíveis conseqüências.

 

Estou temeroso em relação ao meu futuro: o que será de mim? Conseguirei eu ser auto-suficiente e independente? Minhas aspirações são realmente possíveis? Qual é o grau de dificuldade que terei de passar? E, o mais importante, por que eu não consigo me aplicar mais? Perdi a ânsia de lutar, persistir,  por quê? Quais serão as conseqüências?

 

É chato magoar as pessoas... machucar quem te quer bem. Aquele que luta por você.

 

Sinto-me tão impotente. – como um peixe se debatendo fora d’água. Em relação a muitas coisas, estou perdido: deixei de vislumbrar um futuro. A trajetória será árdua. O mercado de trabalho é muito feroz: tenho medo de ser incompetente. De quê adianta tanta cultura inútil? Tenho me sentido o excremento da mosca das fezes do cavalo do bandido... (demasiadamente trágico, mas beleza. Não é realmente assim.)

 

Dói. Mas, preciso respirar, levantar a cabeça e caminhar com força total. No entanto, para recuperar a força total, eu deveria consultar algumas especialidades médicas e, urgentemente, melhorar a qualidade de minha alimentação. É, tenho anorexia.

 

De quê adiantaram tantos investimentos em mim?

Ah! Voltemos aos contratos informais: a frase é “te  ajudo de coração” mas, na verdade, as palavras mais adequadas seriam “te ajudo porque você ainda estuda e também para não ter preocupação no futuro”. Contratos familiares informais são péssimos. Sei que ele faz de coração, mas também espera um retorno.
Hoje, sem querer, constatei que não é um ato realmente altruísta. “A gente aposta tanto. E qual é o retorno? Você não está trabalhando para conduzir dessa maneira. (não cumprindo com suas obrigações escolares mínimas)”. Sei que estou errado. Mas ele não entenderia meus processos internos. Sei que não fiz a melhor escolha... mas (pausar a faculdade) é a escolha que me satisfaz no momento. Fiz essa escolha pensando em arrumar emprego. Só que ainda não estou trabalhado. Qual será o preço disso?



Escrito por Ðårkness`Ångel às 00h21
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Resposta de 24/11

Esse post é uma resposta ao meu post de 24/11/2005... pra entender melhor, é bom le-lo..

 

 

e havia o garotinho.

 

O garotinho do orkutcidio....

Ele se esmaecia... aos poucos...

Pensando, sempre, que ele sempre esmaer-se-ia. Daí, sem saber o porque exato, ele percebe que seria impossível esmaecer... ele não era apenas um perfil eletrônico. Poderia até se esconder, porém, jamais se esmaeceria.

 

Então, ele seguiu o conselho do tutor e começou a sair de casa. E voltou a ver algumas flores nos jardins. E também a se interessar mais pelas pessoas.

 

Ele pôde perceber que sentir não era tão ruim como parecia. Mas que, as vezes, podia doer um pouco. Sá que a dor seria um aprendizado.

 

Fantasiando, o garoto percebeu algumas coisas: a essência imaginada por ele numa relação de pai e filho que, mesmo sem parecer, existia; sua educação, que, mesmo com buracos, fora muito boa - apesar das limitações, seus pais fizeram o melhor possível; os amigos que, apesar de ele não enxergar, existiam.

 

Atualmente, mesmo com todos os trancos e tapas que a vida pode dar ele nutre que a vida pode ser dinâmica e a vê como um campo cheio de oportunidades extraordinárias. Abriu-se para o mundo. E como no conto de Marina Colassanti:

 

-          como não encontrei o conto (se alguém o tiver, me passe, ok?) que é mais ou menos assim:

Havia uma argola no teto. Todo dia ele se pendurava. Num final de tarde estava maduro e caiu!

Escrito por Ðårkness`Ångel às 01h26
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Semestre pro vinagre... mais uma vez.

O semestre letivo foi, pro vinagre, outra vez. Resolvi dar um “pause” em meu curso universitário e trabalhar. Por trás desse pause há muito mais coisas do que se pode imaginar. Para meu pesar, descobri que o curso não me estava fazendo bem e resolvi dar um pause. – uma das hipóteses de o curso não estar me fazendo bem é a ligação q faço do curso com contratos não firmados formalmente, mas inconscientemente. E lembrar dessas obrigações, desses contratos não está me fazendo bem. Eu estava cursando para satisfazer uma expectativa alheia, o que não é realmente certo. – Tomei essa atitude como um ato de respeito a mim. Assim como estar evitando pegar dinheiro também é um ato de respeito a mim e uma maneira de me mover. Meu movimento é muito lento. (infelizmente)

 

Creio que ainda tomarei muitas outras de atitudes de respeito a mim nos próximos tempos. Acho q estou aprendendo a me amar, mas minha ação é muito lenta. Ainda não cuido de mim e ainda não reconquistei minha disciplina.

 

Ontem um amigo me aconselhou... foi interessante. Ou melhor, as cartas dele me aconselharam...

 

Hoje meu dia foi preenchido. Fiz mercado com a Tê, adoro a companhia dela. Conseguimos ser profundos em nossas conversas.

 

Infelizmente, nunca mais consegui escrever poemas e nem criticas sobre nada. Imagino que a introspecção em demasia é que toma conta do meu ser agora.



Escrito por Ðårkness`Ångel às 23h52
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