Existência ou Inexistência? Eis a questão!


NOTA:

Vi uma reportagem de um motorista que perdeu o controle e entrou no prédio do senado. Principal comentário entre eu e meu pai:

-    NÃO MATOU NENHUM SENADOR? QUE PENA! PODERIA TER MATADO UNS TRINTA!

 

Não tenho muito porque em postar. Ainda continuo muito introspectivo. - A coisa está começando a ficar chata! Faz meses que estou assim!

Também, escrever sobre o que se estou quase sem vida social? Será que redigiria um bom texto se tentasse dissertar sobre minha revolta em relação ao mercado de trabalho?

 

Que saudade de minha vidinha falsa de outrora! Parodiando Shakespeare: “Saber ou não saber? Eis a questão!” – Maldita metafísica!

 

“Todo Carnaval tem seu fim... / É o fim... é o fim / Deixa eu brincar de ser feliz / Deixa eu pintar o meu nariz”

Escrito por Ðårkness`Ångel às 23h46
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(continuação)

A pena não está mais tão solta como em outrora. Pelo fato de encarar o blog como meu antigo diário de papel posto indiscriminadamente. Como em tabacaria: O que pude fazer de mim não o fiz e, quando tentei (tento) tirar a fantasia, ela estava (está?) grudada à cara. – Coma chocolates, Grande Espinhento. Olha que não há no mundo mais metafísica que no chocolate. Olha que as religiões todas não ensinam mais que a Copenhagen!

 

Por que é tão difícil trilhar o caminho da ética e da honestidade? Poderia eu estar numa situação muito mais cômoda  como parasita número 2 do sr. meu Tio. Ou então, estar trilhando o caminho do trabalhador autônomo como meu irmão: gastando rios de dinheiro que não me pertencem (são do Tio) e abandonando as atividades de vendas antes delas darem lucro. A parte isso, corrompendo crianças através da pedofilia e fazendo alguns “bicos” como segurança de casas noturnas. Ou então, ter feito como um primo: me envolvido com o tráfico de entorpecentes e ter morrido. Ou ter trilhado meu próprio caminho como michê!

 

Mas, não, o trouxa aqui está tentando ir pelo caminho ético: ler os anúncios de jornais e ir atrás de vagas. O trouxa aqui estudou mais de doze anos que, agora, não valem de nada. E, por hora, é obrigado a ficar sobrevivendo às custas do pai. - que já tem dificuldades para manter-se sozinho.

 



Escrito por Ðårkness`Ångel às 23h45
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