Existência ou Inexistência? Eis a questão!


Se isso fosse um papel comum eu estaria desenhando qualquer coisa à revelia.

Sábado à noite e estou em casa trancafiado e entediado. Meu pensamento está leve, mas minha redação pesada. Verei no que dá.

Ao rítimo, no mínimo, esquizofrênico de AXEL F (Crazzy Frog), tento escrevinhar algo. Mas, estou estável. Não estou revoltado com nada. – Morri!

A cada momento a vida se renova. To sentindo um clima de final de novela em minha vida. Está interessante. Tudo muito estável, mas não necessariamente bom. Porém estou bem.

Hoje fui à Tribo Pitoresca (“Mairiporã” em Tupi) na casa da minha tia. – Nos últimos 10 meses, todos os finais de semana tenho ido para lá. – Na volta, estávamos conversando sobre as voltas que a vida dá e a convivência tranqüila entre nós três (eu meu pai e ela). Me deu uma vontade de chorar no carro! Uma sensação tão boa!

Outra cena que me proporcionou uma sensação muito boa, muito sublime, foi ver minha tia deitada diagonalmente na cama – isso cerca de meia hora após uma discussão com o eletricista bêbado! – eu estava ao lado da cama arrumando uma tomada – não, não sou o eletricista, sou o quebra galho! – daí o telefone tocou, eu levantei e a vi deitada, e perguntei se podia atender ao telefone. Atendi passei para ela. Foi uma cena meio sublime. Vale a pena estar vivo para, de tempos em tempos, ter um dia como o de hoje.

O Mais interessante é que, há menos de um ano, eu não era muito ligado com minha tia e vivia meio brigado com meu pai. – A construção da casa forçou uma convivência de conveniência e nisso formaram-se os laços. Ou reconstruíram-se. Magnífico. Hoje a vejo meio como “mãe”. Talvez sejam esses meus pais espirituais.

Não se pode julgar um ser humano pelo seu comportamento passado; mas pelo atual. A lição de vida que ela e meu pai estão me proporcionando vale muito. A principal lição que posso tomar do meu pai é a generosidade; dela a flexibilidade e adaptação. Ambos têm a força de serem lutadores.

E eu, como diz certo conhecido (o demagogo hipócrita e sociopata), preciso tomar jeito.



Escrito por Ðårkness`Ångel às 23h19
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Cachorro Grande - Que Loucura

Tenho pressa pra chegar, pressa de ir pra outro lugar

 

Em que possa me sentir, dentro de uma bolha que flutua

por aí

 

Pare de me perguntar onde eu quero chegar

 

Sinto que só quero ir em cima de um tapete que flutua

por aí

 

Isso é uma loucura

Isso é uma loucura

Isso é uma loucura

 

Minha razão de existir é ter você sempre aqui

Do meu lado e porque não ?

Vem comigo num domingo voar no meu balão

 

Isso é uma loucura

Isso é uma loucura

Isso é uma loucura

Acho que este sou eu. Essa musica me ilustra bem.



Escrito por Ðårkness`Ångel às 23h18
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Muitas idéias e na hora de escrever não sai nada. Acho q vou finalizar essa madrugada falando sobre o sentimento de inveja:

Inveja:

Acepções
substantivo feminino 1    sentimento em que se misturam o ódio e o desgosto, e que é provocado pela felicidade, prosperidade de outrem 2    desejo irrefreável de possuir ou gozar, em caráter exclusivo, o que é possuído ou gozado por outrem. (Dicionario Houaiss) - Nome mais estranhoo! 

A Acepção 2 é a que mais me satisfaz. Não é quer o que o outro tem e sim querer que ele não o tenha. Daí me lembro da inveja do Marcelo. Uma pessoa que estudou comigo e que eu sentia grande inveja dele. – Não “dele” propriamente dito, mas de seus atributos físicos. - E passou-se algum tempo. E eu descobri porque sentia “ódio” de muitas pessoas que conviviam comigo.  Era pura inveja.

Inveja dos atributos físicos, da condição financeira. Sentimento que pode até ser confundido com ciúme. Todavia, a grama do vizinho será sempre mais verde. No entanto, ao entender o sentimento (ou seria emoção?) de inveja, é possível entender que o problema não é o outro e sim você mesmo. Talvez você seja igual ou melhor que o outro. Mas esta constatação nem sempre vem na devida hora.
Normalmente as pessoas invejam as futilidades de outrem: Fulana é mais magra, Ciclano tem tanquinho e eu não, o cabelo de X é melhor q o meu, a roupa que X tem é da marca Y e a minha é 5B (Bom, Bonito, Barato, Barraquinha do Brás). E por aí vai. É até engraçado pensar sobre isso. Mas ninguém inveja a ética de alguém. Em sua maioria, os invejosos querem algo, mas não querem lutar para conquista-lo.

 

Meus pensamentos estão pesados e desconexos. Estou meio... redundante...- Não é esse o termo. PROLIXO! É isso. Estou prolixo.

Bom... é isso. Quem leu que me perdoe. Mas faz dias q não estou conseguindo escrever nada direito.



Escrito por Ðårkness`Ångel às 00h42
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Dia interessante.

Para variar, acordei bem tarde. Logo depois que acordei meu tio me liga falando para nos encontrar-nos após o expediente. Fizemos uma caminhada interessante. Da Praça da Sé a Av. Paulista passando pelo Shopping Higienópolis. – o Waffle com nutella do Fr’s café é muito bom. – Conversamos bastante.

Essas caminhadas me parecem alguma espécie de ritual. Imprimem certa cumplicidade entre eu e ele. Assim como as idas ao shopping com minha tia.

Não estou muito poético hoje. Tenho destinado boa parte da minha energia para tentar – preste bem atenção: TENTAR – escrevinhar um livro para posta-lo em um blog. Não sei se terei coragem de posta-lo. Tô com umas 20 páginas prontas.

Preciso fazer tantas coisas em minha vida. Poderia começar arrumando um trabalho.

Ah! Agora estou utilizando o endereço http://kadurossit.zip.net

O Kadú Rossit é eu. Apesar de eu não levar mais o sobrenome Rossit em meu RG.  – não é um pseudo, sou eu mesmo.

Quero agradecer os comentários!

Buenas... it´s all. folks! Hehehe



Escrito por Ðårkness`Ångel às 00h47
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Terça- feira vazia. Não arredei o pé de casa. Tem dias que sou tomado por uma sensação de inutilidade. Preciso voltar a procurar emprego. Apesar de a situação estar cômoda. “Mâs” tenho certeza que, em pouco tempo, voltarei a me incomodar com ela.

Cuidei de mim hoje. Fiz alguns exercícios e alguns rituais estéticos.

Falei apenas com meu pai e com a Carol por telefone.

Há algumas horas estou na frente do PC digitando algumas estórias. Chego a ter vergonha de posta-las. Meus textos são meio fúteis e podem não ser bem estruturados. Ainda tenho muitas dúvidas ao fazer uma narração. Não sou muito bom em quebras de capítulos e de falas. - Em alguns momentos, penso não ser bom em nada.

Quando estou escrevendo sinto falta dos meus dicionários. – Não os trouxe quando vim para o meu pai. – Eu preciso adquirir um dicionário francês – português e outro de francês “puro”... Ao menos no inglês isso foi legal e pude aprender com isso.

Preciso adquirir tantas coisas. Seria bom eu começar por coragem e vergonha na cara. Sei lá. Por muitas vezes tenho um medo incomum de enfrentar o mundo.

Eu e minha excentricidade. Para saber se eu estou atualizado tento lembrar da economia e da cotação do dólar e do euro. Acho q dá ultima vez havia recuado 1,3% cotado a R$2,13. Isso deve fazer uns 4 dias.

Bom, já q eu to terminando o post e não vou posta-lo agora, vou me atualizar das notícias.

Escrito por Ðårkness`Ångel às 00h33
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Sempre penso no que escrever... e na hora de redigir... Não sai nada.

Posso falar da tarde que cai, de como a cidade mudou...

Na sexta-feira encontrei uma amiga e ela passou no mercado. Estando lá, vi uma pessoa em um dos balcões e resolvi observa-la. Também fui olhado e deu-se um “jogo de gato e rato”. Não deu em nada e fui embora lamentando por não ter puxado assunto. Fiquei lamentando pra minha amiga durante um tempo e discutindo tipos físicos...

Daí a sexta passou. O sábado chegou! – Nossa! Como sou brilhante. Não sei como cheguei nessa conclusão só. – Fiz as tarefas corriqueiras de sábado e saboreei um almoço em família.  Descobri que posso estar com gastrite e, como o estomago doía, comi menos que gostaria. Ao me conformar que o estômago não pararia de doer, comi mais.

Após ter comido menos que gostaria, vim pra casa e fui pra balada. O clima aqui em casa estava tão bom. Tudo tão tranqüilo. Poderia ser sempre assim. Meu pai até me deu dinheiro! E ainda, de quebra, não atrasei para encontrar meu amigo. Milagre, já que eu sempre atraso. Fizemos um “eskenta” e fomos pra balada.

Ao entrar na balada, a primeira coisa que eu vi foi o rapaz que eu havia encontrado no supermercado. Mal cheguei, e já encontrei alguém pra beijar! Foi conveniente.

Após umas três horas, ele me deu um perdido. Ele foi super educado ao dar um perdido. Gostei!

Ele era um descamisado. Corpo legal. Até eu tirei a camiseta na balada. Gostei! Ao mesmo tempo que suas chances de encontrar uma pessoa legal na balada diminuem, as de encontrar alguém pra beijar aumentam. Fora a promiscuidade especial q rola. Eu gostei.

Pretendo até retomar alguns exercícios básicos... Como abdominais e flexões. – Sem grana pra academia, tem que se virar!

E hoje eu tirei o dia pra dormir.

Gostei do meu fds.



Escrito por Ðårkness`Ångel às 19h00
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Wellington (“Mulambo”) e Sandra. Desvio de personalidade ou lei do determinismo?

Ao passar um dia na frente da TV – apenas para dar idéia até onde a ociosidade pode levar – Avistei dois personagens com o mesmo problema. E a carapuça serviu-me.

A culpa é mesmo do filho da empregada que é “vagabundo”? E o possuidor da “alma de escrava” que não impôs um limite? E a Lei do Determinismo?

Fácil é dizer que o filho do serviçal não dedicado ao trabalho. Mas, é realmente culpa dele? Ele não pediu para crescer com a “vida de príncipe”. Nem para ser matriculado na melhor escola. Como também não solicitou o fato de sentar-se à mesa com os patrões.

Ao não fazer distinção entre as duas crianças e tentar, na melhor das intenções, dar as mesmas oportunidades – ignorando a lei do determinismo – terminam por “criar um monstro”. A criança cresce em uma realidade diferente daquela que realmente possui. Problemas psicológicos são originados do problema social.

Ao chegar na idade adulta, normalmente, os menos favorecidos não podem mais viver na redoma dos patrões. Ao serem chamados para os desafios da vida (mercado de trabalho e estudos superiores) surtam. Não é para menos. O castelo de cartas caiu. Os “irmãos de criação” (subentenda: filhos dos patrões) continuam com as mesmas oportunidades os pobres já não.

A suma que as mulheres entenderão:

- Querida, é necessário que você devolva o casaco D&G que está no seu armário. Perdoe-nos por não dizer que ela não era sua. Não queríamos frustrá-la.

Ué, a frustração não é maior agora, depois de usar o casaco o inverno todo e ser obrigado a devolve-lo, sendo que ficou subentendido que ele era seu?



Escrito por Ðårkness`Ångel às 23h35
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Faz-se necessário eu pesquisar algo sobre a mente humana. - principalmente a parte relativa a confinamentos.

Hoje o dia foi vazio. Sem dinheiro para o deslocamento, não resta outra opção a não ser permanecer em casa.

Ao ficar em casa, acabei me dedicando às tarefas e lembrei-me de um texto da Clarisse Lispector sobre “honra feminina”; a protagonista desse conto ocupava-se total e exclusivamente das tarefas domésticas. Usava-as como maneira de transpor o tempo.

 

Em um mundo capitalista e em cena urbana há questionamento constante sobre os bens materiais e seus reais benefícios. Normalmente, estes questionamentos, quando negativos, são formulados por pessoas que possuem algum dinheiro. – No cenário brasileiro, tomo como base “algum dinheiro” uma família de 3 pessoas com renda média de R$ 5000,00 a R$ 7000,00.  Ouço muitas pessoas nessa faixa de renda dizendo que o dinheiro não vale muito e que mais velem bons relacionamentos e amigos. Realmente, os amigos são de muito valor e viver em função do dinheiro não é adequado.

Porém, essas pessoas, quando questionadas sobre suas rotinas e despesas observa-se que gastam uma quantia significativa com: saúde (de médico à yoga), estética (de academia à esteticista), diversão, comunicação (telefones, internet de alta velocidade, TV por assinatura, jornais, entre outros) e transporte (combustível mais estacionamento). Fora as básicas como alimentação e moradia. Detém uma qualidade de vida invejável.

O interessante é o fato corriqueiro que, pessoas com total estabilidade financeira, queiram convencer outras (que enfrentam filas nos hospitais públicos e  não têm TV por assinatura) que dinheiro não vale muito.

Ao estar no lado pobre da historia fico revoltado. – sei, não sou tão pobre assim e, é claro, a boa renda foi conquistada com luta – Querem me convencer que o dinheiro não importa. È muito fácil dizer isso. Agora: peça a um indivíduo desse que leve marmita, espere na fila do posto de saúde. Diga a seu filho adorador de games que a banda larga será cancelada e que ele não poderá ir curtir com os amigos porque o pai não tem dinheiro para o deslocamento do filho.

Será que eles ainda continuariam a dizer que o dinheiro vale tão pouco?



Escrito por Ðårkness`Ångel às 23h34
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Não posto há muito. Apenas por estar cansado de falar apenas de minha vida pessoal.

Mas, estou triste. È como se eu – apesar de ser homem - estivesse de TPM.

Triste e sensível. Gostaria apenas de alguém para me ouvir sem me censurar. Mas não estou querendo a terapeuta. Queria colo. (apenas).

Queria conseguir sair e andar tranqüilamente. Queria respirar, sem ter de pensar em um papel social. Queria não ter medir palavras ao falar com o meu pai por ele me sustentar. Queria deitar e conseguir dormir sem problemas. Queria não estar paralisado. Queria poder discutir sem temer agressão física. Queria ter mais coragem. Queria sentir u pouco menos. Queria mais intensidade em minhas relações. Queria minha amiga Marcela, ao meu lado, como em outrora. Queria menos  reclamações do meu pai. Queria novamente um quarto meu. Queria não estar sentindo tanta vontade de chorar. Queria um abraço sincero. Queria um beijo de boa noite e um sorriso de boas vindas. Queria – apenas – conseguir relaxar.



Escrito por Ðårkness`Ångel às 23h38
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