Existência ou Inexistência? Eis a questão!


Copos e taças!

Há poucos minutos, resolvi tomar um chá gelado, inofensivo gostoso. Parei ao lado de onde estão os copos. Peguei o copo que deve ser para uísque, com um selinho que diz q tem 24% de Pb. Coloquei chá em 80% do copo, coloquei meia dúzia de pedras de gelo e ainda sobrou espaço. (nos copos normais eu apenas coloco 3 pedras e não sobra espaço). Fui medir a capacidade do copo, tem 400ml. Significa que, se eu tomar nesse copo, com pouco gelo, uma bebida com teor superior a 20vol, entro em coma. Não satisfeito, fui medir a capacidade da taça na qual bebo vinho: 350ml. Os dois recipientes que eu mais gosto, tem capacidade de quase meia garrafa (2/3 completos). Quando eu quiser embebedar alguém, é só dar caipirinha (com pouco gelo) no copo de uísque. A pessoa ingere e nem percebe. E eu descobri que quando achava q bebia uma dose, bebia três.



Escrito por Ðårkness`Ångel às 22h20
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Passiva ou ativa?

Enfim, enjoei de falar da tarde que cai. Prefiro a Torre Verde. Da minha janela, vejo uma torre verde que deve estar próxima ao metrô Clínicas. É um verde no céu noturno. Alguns amigos dizem que é uma torre óvni. Mas o meu caderno que tinha capa de ufologia ficou na outra casa (acho).

Alguém já ouviu falar de informação passiva? Quando acessamos portais para nos informar, normalmente, lemos aquilo que foi selecionado pelo portal (mais lidas, mais relevantes) e, quando tentamos ler algo fora do selecionado, isso nos dá um trabalho extra e nunca achamos o que queremos. Ou então os diversos jornais de TV e Rádio. Estes são dois exemplos de “informação ativa”. Lemos o que nos selecionam.

Agora, quando pegamos uma mídia impressa de qualidade, apesar das informações estarem “selecionadas e classificadas”, estas estão “passivas”, pois no ato de “folhear” acabamos lendo informações de “canto de página”, as quais não são consideradas relevantes. E fora que a mídia está ali. Não há como “atualizar” e, de repente, as noticias são outras. Para termos mais informações, esperaremos até o dia ou semana seguinte. Dessa maneira, acho mais romântico o ato de se informar. Vejo o que quero, no momento que me é adequado, sem aqueles links piscando e dizendo “leia tudo o que foi publicado sobre este tema” ou então “aquele artigo também é interessante”. Mas, poxa, será que eles não entendem q às vezes é bom a informação estar estática e que, ao clicar no link do artigo, eu me sinto na obrigação de lê-lo por que deu trabalho atualizar a página?

Enfim, acho q eu e meu romantismo informativo não duraremos muito tempo. Antes, quando comprávamos algo, tínhamos a idéia de um objeto concreto. (o jornal, a roupa, a comida). Atualmente compramos coisas “abstratas”, o valor agregado. (a informação, o conteúdo, a marca, o serviço). Antes, quando pensávamos em musica, tínhamos o Vinil, o CD em mente; hoje temos o “arquivo” que não precisa ser necessariamente comprado. Temos a idéia do arquivo (imagino q não podemos “pegar” nele). Mas ele poderá ir ao MP3 player e a mídia de CD.

O serviço pode ser considerado híbrido. Nem sempre é concreto, mas costuma ser sinônimo de comodidade. Num restaurante, algo que vale tanto quanto a comida é a comodidade de não precisar prepara - lá. Ou uma banda larga, uma tv por assinatura, um provedor de acesso/conteúdo. Não é possível “pegar, rasgar, armazenar” estes itens. Mas eles nos dão a sensação de comodidade. E viva o valor agregado! Posso comprar qualquer cigarro e tomar qualquer café. Mas Guddang Garam, Malboro e Fran’s Café, Starbucks têm muito valor agregado.



Escrito por Ðårkness`Ångel às 19h35
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É, fim de ano chegou! E agora? Mal entramos na reta final e já penso em balanço. É de novembro em diante, sempre, quando penso em todas as merdas que fiz durante os anos. Os objetivos cumpridos e os nao cumpridos. Ao fim do ano passado o objetivo era um emprego. Agora o objetivo é melhorar o salário e mudar de curso na faculdade. Ainda não me decidi em relação à faculdade. Irei de Secretariado, preciso de uma graduação.

Hoje, constatei que o verão chegou, na prática, obvivo. Aquele vento úmido e quente. A sensação sublime da umidade proveniente da chuva que acabara de cair. Como disse uma amiga: “Cremosidade de verão”. Essa cremosidade só acontece apos as chuvas. Admito: apesar de inconvenientes, os temporais de fim de tarde, são a coisa que mais gosto no verão. Nao é da minha predileção o calor, mas, quando junto da chuva, podemos pensar. Nada como andar pela cidade após a chuva. Parar, tomar um café, observar o reinício da precipitação. Observar o crepúsculo após às 19:00 horas. Tomar uma cerveja com os amigos. Voltar à casa, tomar um banho, orar para que uma brisa faça-se presente e curtí-la. E, tudo isso é mlhor nos ultimos dias de dezembro, quando a Cidade está vazia. É, o prazer pode estar presente nas coisas simples. Mas que dá raiva não ter dinheiro suficiente, ah, isso é fato.

Medo. É essa a sensação quando a analista vira e diz: Sua ansiedade já é organica, procure um homeopata ou um psiquiatra. Uma intervenção química seria conveniente.

Cansei, apesar de desacelerado, devido à chuva e ao feriado, cansei. Hora de rever as diretrizes. Dos objetivos desse ano, só o trabalho foi conquistado, e com louvor. Mas, o Governo não tem política salarial justa com seus escravos. A pretensão para o próximo ano é um emrpego melhor.

Apenas.



Escrito por Ðårkness`Ångel às 16h37
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