Adoro o outono! É o meio termo. Não feliz, não triste... Apenas o meio termo. Se não me engano é a estação com mais luz no ano... Será que irá me iluminar de alguma forma? Ou, quiçá, estou eu preso em uma fôrma? Fôrmas à forma, como Manuel Bandeira? Por que a sociedade coloca-nos em uma fôrma? Sempre. O estereotipo do garoto de classe média, do gay, do universitário, do funcionário publico, entre outros. Não sei se há mais motivo de revolta ou de piedade... Piedade seria tê-la de mim mesmo também, já que integro, de uma forma ou de outra a sociedade.
A sociedade em seus diversos núcleos e interações, os papéis sociais. Acho que meu melhor papel é o de palhaço, deveria começar a ter um nariz na mochila... O funcionário palhaço, o familiar palhaço, o palhaço que se apaixonou... Será que tenho formação em clown?
A garrafa de vinho que teve sua rolha cortada para o mesmo não ser consumido sem autorização. Na primeira vez que a rolha foi cortada, achei que fosse paranóia... Mas na segunda... A tarefa doméstica que foi cobrada... a maneira sutil de como fui taxado de egoísta e vagabundo. A maneira nem tão sutil como fui passado para trás no trabalho... E tudo da funcionária publica exemplar que não aceita lembranças de natal das empresas... A mesma que diz “Virão dois cargos de ensino superior, logo você está fora.” Na realidade veio um de ensino médio e foi dado para outro... Haviam me prometido alguma benesse. Cadê a ética daquela que não aceita presentes de natal? Deveriam, no mínimo, ter me deixado a par da situação. Descobri através da “boca-miúda” que a benesse foi dada a outro.
Os amigos que cobram atenção integral. Pergunte-me, agora, se eles estão presentes?
O louco que se apaixona por alguém que se encontra há uma distancia de 730 quilômetros. Assim como ele não sabe o que acontece aqui, eu não sei o que acontece lá. Ele disse que me esperaria, eu disse que retornarei... Ambos acreditamos em coisas que podem não se concretizar...
Cada vez mais, escolho a solidão. Obtive ciência disso ontem. A solidão pode me tornar um pouco carente, mas me viro bem sozinho. Solidão passa uma sensação de liberdade. Antes fisicamente e socialmente só que acompanhado e sozinho ao mesmo tempo. Ao menos, quando totalmente só, o vazio é menor, pois é verdadeiro. Mesmo só, descobri que tenho amigos. Isso é bom, bastante bom.
E, mais uma vez, faço do vinho, da nicotina, da internet e da tv minhas companhias. Conversas telefônicas também são comnuns...
Doces esperanças, amargas relações sociais... Como em o Diabo veste Prada: Esperanças. São tudo o que tenho. Vivo delas... (risos).
Será que prefiro minha solidão com vista para o mar ou a boa companhia em um porão? Se o porão tiver ar-condicionado com desumificador...
Pasme. Sou capaz de viver sem algumas comodidades, como telefone, internet e tv por assiatura... Apesar de que a existência seria mais triste. Talvez se eu estiver próximo do mar, poderia ocupar meu tempo correndo... de mim mesmo?
Adoro o outono! É o meio termo. Não feliz, não triste... Apenas o meio termo. Se não me engano é a estação com mais luz no ano... Será que irá me iluminar de alguma forma? Ou, quiçá, estou eu preso em uma fôrma? Fôrmas à forma, como Manuel Bandeira? Por que a sociedade coloca-nos em uma fôrma? Sempre. O estereotipo do garoto de classe média, do gay, do universitário, do funcionário publico, entre outros. Não sei se há mais motivo de revolta ou de piedade... Piedade seria tê-la de mim mesmo também, já que integro, de uma forma ou de outra a sociedade.
A sociedade em seus diversos núcleos e interações, os papéis sociais. Acho que meu melhor papel é o de palhaço, deveria começar a ter um nariz na mochila... O funcionário palhaço, o familiar palhaço, o palhaço que se apaixonou... Será que tenho formação em clown?
A garrafa de vinho que teve sua rolha cortada para o mesmo não ser consumido sem autorização. Na primeira vez que a rolha foi cortada, achei que fosse paranóia... Mas na segunda... A tarefa doméstica que foi cobrada... a maneira sutil de como fui taxado de egoísta e vagabundo. A maneira nem tão sutil como fui passado para trás no trabalho... E tudo da funcionária publica exemplar que não aceita lembranças de natal das empresas... A mesma que diz “Virão dois cargos de ensino superior, logo você está fora.” Na realidade veio um de ensino médio e foi dado para outro... Haviam me prometido alguma benesse. Cadê a ética daquela que não aceita presentes de natal? Deveriam, no mínimo, ter me deixado a par da situação. Descobri através da “boca-miúda” que a benesse foi dada a outro.
Os amigos que cobram atenção integral. Pergunte-me, agora, se eles estão presentes?
O louco que se apaixona por alguém que se encontra há uma distancia de 730 quilômetros. Assim como ele não sabe o que acontece aqui, eu não sei o que acontece lá. Ele disse que me esperaria, eu disse que retornarei... Ambos acreditamos em coisas que podem não se concretizar...
Cada vez mais, escolho a solidão. Obtive ciência disso ontem. A solidão pode me tornar um pouco carente, mas me viro bem sozinho. Solidão passa uma sensação de liberdade. Antes fisicamente e socialmente só que acompanhado e sozinho ao mesmo tempo. Ao menos, quando totalmente só, o vazio é menor, pois é verdadeiro. Mesmo só, descobri que tenho amigos. Isso é bom, bastante bom.
E, mais uma vez, faço do vinho, da nicotina, da internet e da tv minhas companhias. Conversas telefônicas também são comnuns...
Doces esperanças, amargas relações sociais... Como em o Diabo veste Prada: Esperanças. São tudo o que tenho. Vivo delas... (risos).
Será que prefiro minha solidão com vista para o mar ou a boa companhia em um porão? Se o porão tiver ar-condicionado com desumificador...
Pasme. Sou capaz de viver sem algumas comodidades, como telefone, internet e tv por assiatura... Apesar de que a existência seria mais triste. Talvez se eu estiver próximo do mar, poderia ocupar meu tempo correndo... de mim mesmo?
Escrito por Ðårkness`Ångel às 18h37
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