09/10/2008
Cena 01.
Cano no trabalho da manhã. Não quero ouvir reclamações. Estou de saco cheio, falto por dois dias consecutivos.
Cena 02.
No emprego 02, ao pedir uma confirmação de endereço SMTPS, o cliente falou muito rápido. Em mais dois minutos de chamada fui eu que falei rápido e ele não entendeu. Pensei “Olha como é bom atropelar os outros”. E ouve o “S” o qual, ao soletrar eu não me lembrava do que era e o cliente “de sapato”. O outlook não funcionou e ele deve ter se virado com o webmail.
Cena 03.
Paro em frente ao Center3 na Av. Paulista. Está um garoto tocando violino. Faço amizade com uma menina que o estava ouvindo. Às 21:45 entro no Center3 procurando uma lanhouse (a saga*). Não consegui imprimir o que necessitava “Estamos sem impressora”. Janto, saio e o garoto continuava tocando. Formou-se grupo ao redor. Conheci um filho de francês que estuda em escola bilíngüe.
Cena 04.
Chego em casa e descubro que algumas pessoas do emprego um acham que eu morri. Yerei que aparecer lá, amnhã (sexta) com a maior cara lavada e dizer: Não vim porque não quis... E dar vazão ao que for necessário.
08/10/2008
Cena 01.
O Caixa do mercado deixa um bilhete junto com a nota fiscal. Não perguntei o nome dele. Não entendi o nome do bilhete. Ainda não liguei.
Cena 02.
Comento com algumas pessoas o fato. Uma delas vira e diz: O garoto te escreveu o bilhete com o maior carinho e você fica fazendo doce. Vai tomar no cú.
Penso: Putz, tu é hetero e é mais sensível que eu.
Escrito por Ðårkness`Ångel às 01h11
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